quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Voando como Águia - Poema de: Carlos Adriano Santos - Adriano Gaúcho Poa

Voando como Águia

Voe, mas voe alto 
Voe seguro 
Voe acima do asfalto 
Acima dos muros 
Voe com muita destreza 
Acima dos olhares obscuros das cartas que estão na mesa 
Voe acima de tudo o que existe nos ares da incerteza 
Acima do silêncio que persiste na ilusão da beleza 
Mostre que, tuas asas, são as garras que te dão a certeza 
De estar voando na companhia do amor 
Com todas as luzes acesas.

Poema de: Carlos Adriano Santos - Adriano Gaúcho Poa 




V

Realidade cruel - Poema de: Carlos Adriano Santos - Adriano Gaúcho Poa

Realidade cruel 

Não escrevo somente sobre coisas bonitas 
Às vezes é preciso mexer nas feridas, escrever coisas que muitos não falam, 
ficam chocados mas se calam porque sentem vontade de chorar. 
Existe tanto desamor no ar. 
A poesia espera para ser feita, mas existem poucos poetas para se inspirar. 
O mundo está morrendo. 
Pessoas estão se perdendo. 
A fome reinando em muitos lugares, alguns se beneficiando disso em cima dos altares. 
A humanidade esta perdendo o terreno, está com o coração cheio de veneno. 
Alimentos estão sendo confundidos com feno. 
O descaso tem arrastado vidas. 
O amor clama para que sua voz seja ouvida, e reclama dizendo que passa despercebida. 
Precisamos acender a nossa chama antes que o mundo se acabe 
com muitos morrendo na lama e a gente fingindo que não sabe. 

 Poema de: Carlos Adriano Santos - Adriano Gaúcho Poa



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Ao encontro da felicidade - Poema de: Carlos Adriano Santos - Adriano Gaúcho Poa www.adrianogauchopoa.blogspot.com

Ao encontro da felicidade


Há um mundo dentro de mim
Segundos que marcam o tempo de um relógio sem fim
Há belezas, tristezas, alegrias, solidão
Há certezas, dúvidas, luzes acesas, escuridão
Há uma boca que fala com uma voz que se cala
Há sentimentos divididos entre momentos de amor
Há tempos de sentir felicidade com todo o seu teor
Há contratempos que invadem contra minha vontade
Há um coração que bate com medo de sentir saudade
E a vida segue na esperança de ter encontrado sua
verdade... Minha cara-metade.

Poema de: Carlos Adriano Santos - Adriano Gaúcho Poa

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